segunda-feira, 2 de setembro de 2013

A morte da ilusão



Quando Ilusão morreu, o dia nasceu lindo. Pássaros cantavam alegres, criancinhas brincavam na rua, a algazarra seguia. Como se nada tivesse acontecido. 

Ninguém chorou por ela. Ninguém sentiu sua falta. Ninguém comentou sua morte. Ninguém compareceu ao velório nem ao enterro.

Foi sepultada no silêncio do vazio.

Sem honras nem glórias.

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