domingo, 26 de agosto de 2012

Os hábitos que me fazem ser - A série


Se é mesmo verdade que o hábito faz o monge, isso é pano pra manga. E compra bastante tecido aí para costurar essa roupa, porque são imensas as nuances para a abordagem filosófica. Mas supondo, só supondo, que os hábitos fazem as pessoas serem o que são... Sem entrar na questão da aparência e nem em outras vertentes que o referido ditado popular pode conter, fiquei pensando: quais hábitos me fazem ser eu? o que eu visto que cabe em mim tão perfeitamente que me parece a minha própria pele?

A-rá! Se não houver um sem-número de questionamentos, não sou eu. Já aceitei esse fato! Mas geralmente questiono para mim mesma agora. Costumo dizer que pergunto para dentro. E só por um motivo: já cansei de perguntar pra fora e me irritar com semblantes de interrogação que não alcançam o patamar mínimo para a compreensão da minha dúvida e bum! Me julgam e crucificam. Então, pergunto pra dentro mesmo. Ou, na terapia, rs. Ou, agora, no blog.

Se bem que, agora, no blog, não são as perguntas. São as respostas. As respostas que encontrei quando me perguntei o que faz de mim quem eu sou. Claaaaaro, muitas coisas fazem de mim quem eu sou. Mas tolices e detalhes compõem o meu ser. Coisas grandes e coisas pequenas (acho que mais coisas pequenas do que grandes, mas não é essa a questão). O que acontece é que resolvi voltar a fazer uma série e essa série contém exatamente isso: o pequeno, tolo e o detalhe meu que me dá forma. Então lá vai o primeiro e esse, com certeza, é óbvio!

Gosto de ler poesia antes de dormir: isso mantém serena a minha alma e me conecta ao mundo das idéias. E conexão é a bola da vez!

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