segunda-feira, 23 de abril de 2012

A Horca del Inca



Queria ir até lá. Tinha melhorado do soroche, enfim! E nada me impedia. Logo, fui.

Subi muito devagar. A altitude impõe respeito. Um passo, uma inspiraçao. Sem pressa. Como tudo aqui. E lá no alto, a quase decepção: as escadas eram tão perfeitas, o caminho tão certo, como eu poderia ter me perdido, e não encontrá-la?

Girei. 360. E nada. Um visual incrível, nem preciso dizer. Mas e ela, onde estava? Onde estava a rocha do solstício de inverno inca? Eram muitas formações rochosas, todas belíssimas, observatório astronômico. Mas aquela que eu buscava, brincava de esconde-esconde comigo. Revelou-se quando bem quis. Protegida pelas outras, eu sozinha lá em cima, fiquei meio sem rumo. Achei até que tinha me perdido. Aprendi a não subir sozinha mais, eu acho...

Mas de repente, num giro... ela estava lá. No giro, o encontro, a foto! Essa que está postada, aí! E o desastre: a câmera, sem dar aviso de meia carga, não tinha bateria mais. Não acreditei! Desliguei e liguei de novo. E tive a chance de mais 2 fotos. Só.

Fui até lá, entrei em seu abrigo e senti a conquista. Eles estiveram lá, os Incas! Construíram tudo aquilo. E eu estive lá também!  

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