domingo, 12 de fevereiro de 2012

Os pingos do is

Não ache você que eu sou esse doce de pessoa que ando transparecendo. Tenha certeza, hehehe!!! Também não precisa ficar imaginando que sou cheia de frufrus e frescurinhas. Sou só um pouquinho. Lendo-me aqui, não conclua sobre mim, de preferência. Esse blog é o cantinho onde torno tudo o mais açucarado que posso. Sem censuras. Sem posturas de fortona. Sem bancas de não sentir. Sem a necessidade de ser racional, fria e cheia de algoritmos como eu naturalmente sou. Aqui, eu sinto mesmo. E sinto à beça. Sobre tudo, o tempo todo. Porque também sou assim. E como isso é quase incompatível com a vida, estou muito feliz de encontrar uma forma de canalizar esse turbilhão de impressões. Mas não sou só desse jeito e tudo aqui postado é parte que compõe um todo, muito mais amplo, mas muito mais mesmo. Amplo e diverso. Ou seja: você pensa que me conhece.

E digo também que não fico me derretendo por qualquer coisa por aí. Aliás, eu choro às vezes sim, e choro aos montes. Sofro, mas não morro.  E tenho raiva também; quando fico zangada o tempo fecha. E tenho em mim toda a gama de emoções que um ser humano possui, nas mais variadas doses, diariamente. Então, aqui quero ser só doce. Só de açúcar. Em cubinhos, que acho o máximo mesmo. Embora, na minha vidinha real eu prefira mel. Bem, depende do que quero adoçar, hehehe...

O que sei é que devo estar usando essa escrita toda de forma terapêutica, vai saber. Posso estar fazendo um auto-ajuste de imagem. Ou dando asas ao meu eu sufocado. O que sei é que esse espaço me faz bem. E isso é suficiente para mim. Quero aqui falar de amor, exaltar o belo e viajar em todas as coisas, inclusive as consideradas cafonas e que ninguém gosta de admitir que gosta. Por falar nisso, vou falar de novelas qualquer dia desses: eu adoro novela! Quase não vejo mais, mas curto.

Então, em um post para nada dizer, sobre tema nenhum, concluo dizendo que, aqui você me conhece, mas nem de longe sabe quem sou eu. Porque sou uma só, porém formada por muitas. Parte de mim aqui está, em realidade e delírio, vestida da fantasia do poeta fingidor. Conselho de amiga: não acredite que tudo aqui sou eu! Eu aqui, invento, crio, relato a realidade, aumento o que quero, tudo para ficar... do jeito que dá vontade. E assim sendo, penso e reflito também sobre o título. Afinal, o i tem pingo, mas o jota também! :-)

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