sábado, 25 de fevereiro de 2012

Borboletas livres



Estava pensando em como surgem as idéias, em como é possível que pessoas tão diferentes tenham idéias tão semelhantes, enfim, pensava essas coisas, quando então tive um clarão metafórico sobre o assunto: idéias são como borboletas. Elas ficam por aí, voando, livres.

Há épocas em que não encontramos nenhuma. Já aconteceu assim comigo. Houve um período em que cheguei a pensar que as lindinhas tinham sido extintas. Mas não, não foram. Era eu quem andava por uma rota estranha. Mas há caminhos que são repletos delas. De todas as cores, da mesma cor, de muitas formas. Há territórios em que elas estão lá, presença fácil. 

Assim, para ter idéias, esteja no território delas. Mas cuidado. Há quem seja caçador de borboletas, e com uma parafernália apropriada, use equipamentos mil para prendê-las. Essas idéias geralmente fogem ou estão sem o brilho da vida. Para tê-las mesmo, incríveis, mirabolantes, intensas, vestidas da verdade, da pureza, da originalidade, idéias cristalinas, muito fácil: cultive flores. Seja florista, jardineiro, ou passeie por jardins. Elas virão, as idéias-borboletas. Livres. Ao alcance de quem estiver pronto a captá-las com a alma.

Um comentário:

  1. É assim comigo e é assim que deve ser para que não criemos a idéia de que elas nus pertença por completo. Somos escolhidos pelas boas idéias. Somos escolhidos para gozar um pouco de um tico genial.

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